Revisão, crítica e princípios para uma resposta alternativa sobre o fundamental da demonstração aristotélica do Princípio de Não-Contradição (PNC) no horizonte da significação

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4013/fsu.2026.271.08

Palavras-chave:

Aristóteles, princípio de não-contradição, significação, discurso externo, discurso interno.

Resumo

Um dos problemas concernentes à defesa aristotélica do Princípio de Não-Contradição (PNC) em Metafísica Γ4 é a localização da condição básica desde a qual Aristóteles refuta os adversários desse princípio. O resultado esperado do cumprimento dessa condição básica é a obtenção de algo determinado (ὡρισμένον), a evidência primária da validade do PNC (1006a24-26). Desse modo, o objetivo do presente artigo é apresentar as ideias básicas de um grupo de autores (Aubenque, Cassin, Zingano e Zillig) que, com razão, situa a resposta a esse problema nas perspectivas da compreensão aristotélica da linguagem significativa – dizer algo (μόνον τι λέγῃ) (1006a12-13). Buscaremos evidenciar que todos eles tendem fornecer tal resposta com base na análise do aspecto externo do discurso recíproco – dizer algo a outrem (ἄλλῳ) (1006a23-24;1006b10). No entanto, apresentaremos os limites dessa interpretação e algumas razões para a defesa de uma resposta sobre o fundamental da demonstração aristotélica do PNC a partir de uma análise do discurso interno – dizer algo para si (αὑτῷ) (1006a23;1006b11).

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Publicado

2026-05-07

Como Citar

ADOLFO, R. Revisão, crítica e princípios para uma resposta alternativa sobre o fundamental da demonstração aristotélica do Princípio de Não-Contradição (PNC) no horizonte da significação. Filosofia Unisinos, São Leopoldo, v. 27, n. 1, p. 1–19, 2026. DOI: 10.4013/fsu.2026.271.08. Disponível em: https://www.revistas.unisinos.br/index.php/filosofia/article/view/28366. Acesso em: 8 maio. 2026.

Edição

Seção

Artigos