O alcance e os limites da imersão imaginativa na cognição religiosa

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4013/fsu.2026.271.09

Palavras-chave:

crença, imaginação, imersão imaginativa, religião, posturas epistêmicas.

Resumo

A recente Tese da Imaginação (TI), de Neil Van Leeuwen, propõe que afirmações religiosas geralmente funcionam não como crenças factuais sobre o mundo, mas como atos distintos de imaginação. Neste artigo, primeiro reconstruímos os argumentos que sustentam a TI e, em seguida, examinamos suas limitações na explicação de aspectos cruciais da cognição religiosa. Por fim, propomos um modelo alternative, a Tese do Suporte Imaginativo (TSI), que busca preservar o papel essencial da imaginação sem deixar de dar conta da complexidade epistêmica das afirmações religiosas sinceras. Argumenta-se que a TSI apresenta certas vantagens em relação tanto ao modelo tradicional baseado em crença quanto à TI, ao oferecer uma explicação mais nuançada da cognição religiosa.

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Publicado

2026-05-07

Como Citar

VUJOŠEVIĆ, V. O alcance e os limites da imersão imaginativa na cognição religiosa. Filosofia Unisinos, São Leopoldo, v. 27, n. 1, p. 1–14, 2026. DOI: 10.4013/fsu.2026.271.09. Disponível em: https://www.revistas.unisinos.br/index.php/filosofia/article/view/28461. Acesso em: 8 maio. 2026.

Edição

Seção

Artigos