O alcance e os limites da imersão imaginativa na cognição religiosa
DOI:
https://doi.org/10.4013/fsu.2026.271.09Palavras-chave:
crença, imaginação, imersão imaginativa, religião, posturas epistêmicas.Resumo
A recente Tese da Imaginação (TI), de Neil Van Leeuwen, propõe que afirmações religiosas geralmente funcionam não como crenças factuais sobre o mundo, mas como atos distintos de imaginação. Neste artigo, primeiro reconstruímos os argumentos que sustentam a TI e, em seguida, examinamos suas limitações na explicação de aspectos cruciais da cognição religiosa. Por fim, propomos um modelo alternative, a Tese do Suporte Imaginativo (TSI), que busca preservar o papel essencial da imaginação sem deixar de dar conta da complexidade epistêmica das afirmações religiosas sinceras. Argumenta-se que a TSI apresenta certas vantagens em relação tanto ao modelo tradicional baseado em crença quanto à TI, ao oferecer uma explicação mais nuançada da cognição religiosa.
Downloads
Métricas
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Vladimir Vujošević

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Concedo a revista Filosofia Unisinos – Unisinos Journal of Philosophy o direito de primeira publicação da versão revisada do meu artigo, licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution 4.0 (que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista).
Afirmo ainda que meu artigo não está sendo submetido a outra publicação e não foi publicado na íntegra em outro periódico e assumo total responsabilidade por sua originalidade, podendo incidir sobre mim eventuais encargos decorrentes de reivindicação, por parte de terceiros, em relação à autoria do mesmo.








