O monismo transcendentalista de Anne Conway

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4013/fsu.2026.271.18

Palavras-chave:

Anne Conway, monismo, vitalismo, substância, transcendentalista.

Resumo

Em seu breve tratado Os Princípios da Mais Antiga e da Mais Recente Filosofia a filósofa britânica Anne Conway apresenta uma proposta ontológica que visa lidar com o problema do dualismo entre espírito e matéria. Tecendo críticas à filosofia de Descartes, Hobbes e em partes à filosofia escolástica, Conway introduz uma ontologia composta por três elementos: Deus, Mediação e Criatura. Em sua tese, os três elementos formam parte de uma mesma substância, diferenciados como modos de ser. Geralmente referida como uma filósofa monista e/ou vitalista, Conway tenta superar a separação entre corpo e espírito por meio de uma atribuição de igualdade entre os termos dessa dualidade. Em geral, as atribuições de monismo consideram sobretudo a parte das criaturas e não buscam englobar o todo de sua ontologia. O presente artigo visa indicar que, se considerado todo o sistema filosófico apresentado por Conway, então sua ontologia pode ser tomada como a de um monismo transcendentalista.

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Publicado

2026-05-07

Como Citar

LAZZARETTI, L. O monismo transcendentalista de Anne Conway. Filosofia Unisinos, São Leopoldo, v. 27, n. 1, p. 1–14, 2026. DOI: 10.4013/fsu.2026.271.18. Disponível em: https://www.revistas.unisinos.br/index.php/filosofia/article/view/28345. Acesso em: 8 maio. 2026.

Edição

Seção

Filósofas Modernas: Métodos, Problemas e Conceitos (parte II)