Compaixão, medicalização e exclusão: o Patronato de Leprosos da Argentina na década de 1930

José Augusto Leandro

Resumo


Neste artigo, discutimos alguns aspectos do Patronato de Leprosos, instituição filantrópica feminina criada na Argentina para auxiliar os doentes de lepra e suas famílias. Durante a década de 1930, os discursos da agremiação buscaram incitar a compaixão da sociedade para com os leprosos do país; ao mesmo tempo, as ações da entidade foram modeladas a partir do conhecimento médico da época. O assistencialismo provido pelo Patronato de Leprosos foi peça fundamental para a concretização da segregação dos doentes, que, ao final do período analisado, passaram a viver em locais apartados da pretensa sociedade saudável. 

Palavras-chave: lepra, filantropia, história e política de saúde, instituição filantrópica, Argentina.


Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.4013/htu.2012.162.04



ISSN: 2236-1782 - Melhor visualizado no Mozilla Firefox

Licença Creative Commons
Este obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional

São Leopoldo, RS. Av. Unisinos, 950. Bairro Cristo Rei, CEP: 93.022 -000. Atendimento Unisinos +55 (51) 3591 1122
Projeto gráfico: Jully Rodrigues
 
 
 
 
 
   
 
 
 
 
 
 
 
 

SCImago Journal & Country Rank Crossref Member Badge Crossref Similarity Check logo