Feminismo e gênero na universidade: trajetórias e tensões da militância

Joana Maria Pedro

Resumo


Os estudos universitários tornaram-se, desde o início dos anos oitenta, um lugar privilegiado daquelas pessoas que, desde os anos sessenta e, especialmente, nos anos setenta, militaram nos diversos movimentos sociais que se constituíram no Brasil, fossem eles de luta contra a ditadura, por uma sociedade socialista ou pelo feminismo. As/os jovens militantes daqueles anos ocupam, hoje, cargos no governo, em ONGs e nas universidades – principalmente nas públicas. Trata-se de uma geração que transformou suas experiências em alvo de reflexão. Vários sujeitos que se constituíram naquela experiência de atuação em grupos de esquerda e no feminismo hoje participam, como fundadores ou como atuantes, em Núcleos de Estudos da Mulher, Feministas e/ou de Gênero. Consideram que sua militância não acabou; ao contrário, definem-se como militantes de um outro espaço, no caso o acadêmico. Através de depoimentos orais e de textos da época pretendo, neste texto, observar a trajetória destas pessoas que buscaram espaços de legitimação nas universidades.

Palavras-chave: feminismo, academia, militância.

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DOI: https://doi.org/10.4013/6426



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